Dúvidas


Segue abaixo as perguntas mais frequentes para seus esclarecimentos. 

Caso ainda haja alguma dúvida, entre em contato conosco. 

Para a realização das imagens das cintilografia e para os tratamentos de tumores etc usamos um tipo de energia proveniente do núcleo (radiação) de determinados átomos como por exemplo o iodeto-131 e o tecnécio-99mTc. 

Normalmente os ricos são MÍNIMOS, relacionados apenas a probabilidade de reação adversa ao radiofármaco injetado na veia. Estudos médicos incluindo mais de 850.000 pacientes verificaram índices MÍNIMOS de reação, variando de 2 para cada 100.000 a 1,1 para cada 10.000 aplicações, ou seja, entre 0,002% a 0,01%. O tipo de reação mais verificado foi rubor cutâneo temporário (pele avermelhada), não se observou nenhuma reação grave que necessitou de hospitalização ou que tenha causado sequela para saúde.
Mesmo aqueles pacientes que apresentam antecedentes alérgicos podem realizar cintilografias sem riscos consideráveis. Apenas para comparação, o risco de reação adversa relacionada aos exames de medicina nuclear chega a ser até 1.000 vezes menor que o risco de reação aos contrastes iodados utilizados nas radiografias e tomografias contrastadas.

Não. São especialidades totalmente distintas.

Não existe dano ou risco algum para o paciente nas doses de radiação habitualmente utilizadas nos procedimentos diagnósticos de medicina nuclear. A exceção seria no caso de mulheres gestantes (principalmente no 1° trimestre) ou durante a amamentação, pois devido a maior sensibilidade do feto e do recém-nascido, evita-se a exposição a qualquer nível de radiação. Portanto as cintilografias são contra-indicadas em gestantes e mulheres durante a amamentação, salvo em casos especiais previamente discutidos com o médico responsável.

Os estudos cintilográficos podem ser realizados em recém-nascidos e crianças sem prejuízos para saúde.

Os radiofármacos não apresentam toxicidade para os rins e mesmo os pacientes que apresentam função renal diminuída podem realizar o exame.